quarta-feira, 12 de junho de 2024

 A OBESIDADE

CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS


Na última aula de Saúde deste ano letivo a nossa professora, a Dr.ª Laura, alertou-nos para as graves consequências da obesidade.
Antigamente não se cuidava a obesidade como uma doença. E até se dizia: “gordura é formosura”. A pessoa gordinha, rechonchuda, bem rosadinha é que era bonita. Especialmente sendo mulher. Assim como os bebés: “ai que bebé bonito... tão gordinho...
E agora sabe-se que a gordura não é saudável. Não é bom que os bebés sejam gordos. 
Um bebé gordinho será um adulto gordo. 
A obesidade é uma doença com consequências graves para a saúde pessoal e para a saúde económica do país. É a base de muitas outras doenças, causadoras de muito sofrimento, muita despesa e muito tempo perdido a correr para os médicos. Doenças osteoarticulares, cardiovasculares, hipertensão, apneia do sono, litíase biliar, depressão, algumas formas de cancro, diabetes, arteriosclerose…, são, quase sempre, resultantes da obesidade.
Genericamente falando a obesidade é devida à ingestão de mais calorias do que as que consumimos. As sobrantes vão-se acumulando e criando a massa adiposa do nosso corpo que, se nada for feito, vai sendo mais… e mais… e mais. 
Nos homens centra-se sobretudo no abdómen; nas mulheres estende-se pelo corpo todo. 
A medida da cintura é uma medida importante e a ter em conta: a gordura mais grave é a visceral. Para o homem a medida ideal da cintura são 94cm; para a mulher 80cm.
Imagem da Internet
Há fatores variados (metabólicos, genéticos, comportamentais, psicológicos, culturais…) que condicionam a obesidade e o comportamento alimentar, que nem sempre são fáceis de controlar.  E, para muitas famílias, o preço dos alimentos é o primeiro condicionante. Especialmente o preço do peixe, da carne, dos legumes, das hortaliças, dos frutos. Um prato de arroz, ou de massa, ou de batatas enche a barriga e fica bem mais económico. Outras pessoas têm um metabolismo tão pouco exigente que engordam com bem pouco; outras ainda, ansiosas, comem, comem, sem sequer se aperceberem da quantidade alimentos que ingerem. Há famílias gordinhas (todos os elementos são gordinhos); possivelmente haverá   uma razão genética, ou então cultural e comportamental de terem simplesmente o hábito enraizado de usarem refeições mais calóricas, ou porque  cozinhadas de determinado modo (por cultura ou hábito), que as torna mais calóricas, ou pelos próprios alimentos que escolhem.  Os hábitos são difíceis de abandonar.
“Somos o que comemos” é uma frase feita, um chavão, mas encerra muita verdadeira. O que comemos condiciona, e muito, o nosso bem-estar e a nossa saúde. 
Há que aprender, ou reaprender a escolher os nossos alimentos do dia-a-dia, a forma como os cozinhamos e o modo como comemos, para termos melhor saúde e sermos mais felizes.

Imagem da Internet

 Regras de uma boa alimentação:

- Não permaneça muito tempo sem comer;
- Não encha demasiado o estômago;
- Varie o mais possível a sua alimentação;
- Coma de forma pausada, em bocados pequenos;
- Aumente os produtos hortícolas e as frutas nas suas refeições;
- Inclua leguminosas (grão-de-bico, ervilhas, feijões, lentilhas, favas) e legumes de cor vermelha e roxa nas suas refeições; 
- Consuma cereais integrais;
- Tome sempre o pequeno-almoço;
- A sopa de legumes, comida no início das refeições, não pode ser dispensada. É essencial.
- Evite alimentos com gordura saturada: fritos e enchidos;
Limite o consumo do açúcar, sal, bebidas alcoólicas, café e chá;
- Não use alimentos pré confecionados;
- Coma devagar e mastigue bem os alimentos;
- Faça exercício físico – caminhadas, por exemplo.

Se assim proceder, o seu corpo agradecerá, certamente. 
Sentir-se-á mais leve, mais vivo, mais feliz.
IAESM,11/06/24

quarta-feira, 5 de junho de 2024

 VISITA DE ESTUDO

A IGREJA MATRIZ E O MUSEU DE ETNOGRAFIA E HISTÓRIA DA PÓVOA DO VARZIM

O dia 24 de maio nasceu alegre e cheio de luz e encheu de alegria os 55 associados do IAESM, que se tinham inscrito na visita de estudo à Igreja Matriz e ao Museu de Etnografia e História da bonita cidade da Póvoa do Varzim.
A partida está marcada no sítio do costume (junto ao templo do Senhor da Cruz) às 13:30h, para iniciarmos a visita guiada à Igreja Matriz ou de nossa Senhora da Conceição da Póvoa do Varzim às 14:30h. Logo que todos os/as inscritos/as tomam os seus lugares o autocarro segue viagem, sem pressa, para a cidade ribeirinha da Póvoa do Varzim, e deixa o grupo a alguma distância do objetivo. Mas uma pequena caminhada para desentorpecer as pernas após uma viagem de autocarro (embora curta) só faz bem. Em breve chegámos ao destino. 
A guia, simpática e sabedora, apresentou-se e começou por contar a história do monumento.


A igreja Matriz ou de Nossa Senhora da Conceição da Póvoa do Varzim foi construída tempo de D. João V com uma parte do imposto municipal e uma parte dos rendimentos dos poveiros, que eram uma promissora comunidade piscatória.
A primeira pedra foi lançada em 18 de fevereiro de 1743 e a obra foi orientada pelo arquiteto bracarense, Manuel Fernandes da Silva, que morreu em 1753, sendo depois um grupo de mestres-de-obras a tomar conta dela. Foi inaugurada a 6 de janeiro de 1757. 
É uma igreja de uma só nave reforçada por três arcos robustos, tem nove altares barrocos em talha dourada e bonitos retábulos com belas imagens. Sobre a porta tem o brasão régio.

A porta de bronze, decorada com altos e baixos-relevos representativos de temas religiosos e outros relacionados com o mar, foi inaugurada a 6 de janeiro de 2008, aquando da celebração dos 250 anos da inauguração da igreja.
Só por curiosidade registo algo interessante que não é muito usual ver-se: 
Terminada a visita à igreja, à saída, fomos travados por uma grande procissão de crianças (a que não faltava o andor) a entrar. Havia filas de bancos marcados para elas. Ia realizar-se qualquer cerimónia que lhes dizia especialmente respeito.
Finalmente no exterior, seguimos para o museu, ali pertinho, no Solar dos Carneiros desde 1974, mas fundado em 1937 por António dos Santos Graça, um poveiro de origem pesqueira.
Foto tirada da Internet
O grupo foi dividido em dois e, cada um com seu guia, começou a visita por sítios opostos. 
Um iniciou-a pela sala das camisolas poveiras, que têm, a meu ver, uma história de amor, esperança, paciência e partilha: 
No início do séc. XIX, enquanto os pescadores iam para o mar, meses e meses (especialmente se iam para a pesca do bacalhau), as mulheres tricotavam-nas. Eram bordadas por eles quando estavam em terra. Depois, mais tarde, passaram a ser bordadas pelas mulheres. 
Houve um tempo em que tiveram grande expansão e fizeram moda. Foram exportadas para vários países. Atualmente a sua venda está restrita aos sítios de artigos regionais.

Foto tirada da Internet

O Museu Etnográfico e de História da Póvoa do Varzim é amplo, composto de várias salas e tem um acervo vasto e variado, que vai desde faiança dos séculos XVI ao XIX, mobiliário, vestuário ligado ao mar, utensílios marítimos, coleções de arqueologia, arte sacra, siglas poveiras, trajes poveiros, crendices, etc. Vale a pena visitá-lo. Não nos deixa defraudados.


As pernas pedem descanso e o estômago alimento: clama pelo lanche. Há que procurar um sítio para satisfazer as pernas e o estômago. Encontrado este, cada qual procura satisfazer essas necessidades básicas. 
E assim termina esta bela estada cultural na bonita cidade ribeirinha da Póvoa do Varzim.
Tudo correu bem. O coração está cheio.  Resta regressar ao belo torrão minhoto, à bonita cidade do galo. Cada um regressa mais rico e mais feliz.
IAESM, 04/06/2024



terça-feira, 21 de maio de 2024

 NA ROTA DA SOLIDARIEDADE

O Grupo dos Cordofones-Tuna  na Festa da Família  

Centro Social Comendadora Maria Eva Nunes Corrêa Misericórdia de Barcelos

No dia 15/05/24 o Lar de Silveiros decidiu realizar a festa da família para os seus utentes e familiares e convidou o grupo de cordofones-tuna do IAESM para atuar nessa festa e levar-lhe o realce da música e do canto, que sempre transmitem alegria, beleza e arte a qualquer evento.
O nosso grupo, como sempre, solidário, correspondeu ao convite com alegria.
No dia marcado, pelas 15:00h chegou à sede do IAESM uma carrinha da Santa Casa da Misericórdia para transportá-lo ao lar de Silveiros, ou Centro Social Comendadora Maria Eva Nunes Corrêa, da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos, onde tocaram, cantaram e encantaram.
Na plateia estavam os utentes e alguns familiares, o senhor provedor e a senhora vice provedora da Misericórdia de Barcelos, que aplaudiram com entusiasmo a sua atuação.
Por fim, o convívio em volta da mesa do gostoso e quentinho lanche (as pataniscas feitas na hora), fechou a sua participação.  E o grupo regressou feliz. Cada um com os coração cheio de alegria e gratidão por ter contribuído para uma tarde mais feliz daquele grupo de utentes retido entre as quatro paredes de um Lar.
                                                                                                                                        IAESM, 21/05/24



segunda-feira, 20 de maio de 2024

 CONVERSAS ÀS  QUARTAS … NAS  2ªS

Monumento ao Marquês de Pombal

Imagem da Internet 

Após uma extensa caminhada pela personalidade do homem e da sua obra (uma e outra absolutamente marcantes na vida nacional) chegamos ao monumento que lhe foi erigido na cidade de Lisboa e inaugurado em 13/05/1934, cuja 1ª iniciativa aconteceu no reinado de D. Luís II, que fez o lançamento da primeira pedra; em 1906 pensou-se de novo no arranque da obra e foi, pela segunda vez, lançada a 1ª pedra, mas não passou disso. Finalmente em 1914 foi aberto um concurso público para realização do monumento. Apareceram catorze projetos concorrentes. O vencedor foi o de uma equipa de dois arquitetos e um escultor: Adães Bermudas, António Couto e o escultor Francisco Santos, que morreu quatro anos antes da inauguração. Os autores da obra são os escultores Francisco Santos, Simões de Almeida (sob.), e Leopoldo de Almeida. O monumento é constituído por um enorme pedestal de 40 metros de altura, em pedra trabalhada, onde figuram, na parte inferior, imagens alegóricas às realizações do marquês enquanto estadista; na parte superior quatro medalhões representam os seus colaboradores mais chegados; e, sobre o pedestal, assenta a estátua em bronze, do marquês em corpo inteiro com a mão sobre o leão amansado .

Sebastião José de Carvalho e Melo, marquês de Pombal e conde de Oeiras (títulos que recebeu mais tarde) era filho de Manuel de Carvalho e Ataíde e de D. Teresa Luísa Mendonça, fidalgos de província pouco endinheirados. Nasceu em Lisboa a 13 de maio de 1699 e foi batizado numa capela da família. O padrinho foi o seu avô paterno, senhor do mesmo nome. 

Foi um jovem homem turbulento, inquieto, que estudou Direito em Coimbra, serviu no exército, mas avesso à disciplina militar, por pouco tempo.   Aos 23 anos casou com D. Teresa de Noronha e Borbom Mendonça, de 35 anos, viúva, sem filhos, com grande nome e poder na aristocracia. Mas a família da mulher nunca aceitou o casamento e fez-lhes a vida negra em Lisboa. Foram viver para as suas terras de Pombal. Em 1739, D. João V enviou-o para Londres com ministro plenipotenciário (embaixador) onde teve o ensejo de demonstrar a sua enorme capacidade de trabalho e a sua inteligência, prestando meritórios serviços ao reino. Entretanto faleceu-lhe a mulher em Lisboa, com apenas 51 anos, deixando-lhe toda a sua enorme fortuna. Foi depois colocado em Viena como embaixador e encontrou aí a mulher com quem casou pela segunda vez, a 18 de Dezembro de 1745. Desse casamento teve sete filhos. 

Como ministro todo-poderoso de D. José I, Sebastião José de Carvalho e Melo foi uma personalidade controversa, prepotente, vingativa, intolerante e implacável com os seus inimigos e nas suas determinações, mas um estadista de ampla visão reformista e económica com uma grande intuição de futuro e de progresso. Reformou a agricultura, a indústria, o ensino, as pescas e foi o grande pilar da reconstrução de Lisboa após o terramoto de 1 de novembro de 1755. A ele se atribui a célebre frase em resposta à pergunta de D. José: “E agora?” “Tratam-se os vivos e enterram-se os mortos”.

Por morte de D. José I todo o seu poder terminou. A rainha D. Maria I desterrou-o para Pombal.                                                                                                         IAESM - 20/05/24



segunda-feira, 29 de abril de 2024

 NA ROTA DA SOLIDARIEDADE

O Grupo de Teatro do IAESM na Festa do 80º Aniversário da Casa do Povo de  Alvito S. Pedro

A convite da Casa do Povo de Alvito o nosso Grupo de Teatro foi representar a peça "Casamento por Encomenda" na festa dos 80 anos dessa instituição.
Por volta das 15h chegou uma carrinha da instituição para transportar todos os intervenientes do grupo, bem como os adereços. 
A atuação, dedicada aos utentes, mas também aberta à população que quisesse assistir (houve alguns associados do IAESM que levaram amigos e familiares e foram assistir de novo), teve inicio por volta das 16h. Como habitualmente as gargalhadas não se fizeram esperar. Aconteceram francas, espontâneas, alegres, divertidas. 
Foi mais uma tarde de Amor e entrega, dando de si, a quem sofre, o que cada um tem de melhor no seu coração, proporcionando-lhes alguns momentos divertidos que,  talvez, os ajudem a amenizar um pouco as suas dores, o seu sofrimento, a sua solidão.
O convívio em volta da mesa recheada de petiscos saborosos, pôs termo a mais uma tarde de solidariedade e bem fazer.

IAESM, 29/04/24

quarta-feira, 17 de abril de 2024


NA ROTA DA SOLIDARIEDADE

O GRUPO DE CORDOFONES/TUNA 
NO 80º ANIVERSÁRIO DA CASA DO POVO DE ALVITO S. PEDRO 

Mais uma vez o Grupo dos Cordofones/Tuna foi solicitado para participar na festa dos 80 anos da Casa do Povo de Alvito S. Pedro. 
Com alegria e espírito solidário o fez. É esse o ADN que o rege: a alegria de proporcionar alegria a outros seres humanos, que a idade, a doença ou outras circunstâncias da vida não lhes permite terem uma vida ativa e, muitas vezes, independente, e já se acolheram entre as paredes de um Lar. 
Foi no dia 15, de tarde. Foi mais uma, das muitas tardes em que,  com a sua música e os seus cantares, fizeram as horas mais curtas e as tardes mais alegres, quebrando a solidão de muitos idosos e doentes.
IAESM, 17/04/24

 

segunda-feira, 15 de abril de 2024


VISITA DE ESTUDO - IGREJA DE SANTA CLARA - PORTO

O dia 15 de abril acordou a sorrir e espalhou sorrisos no rosto das pessoas, particularmente nos dos 53 associados do IAESM (Instituto Autodidacta de Estudos Superiores do Minho), com visita de estudo marcada para as 15:30h, na Igreja de Santa Clara no Porto, com saída para as 13:30h de junto do Templo do Senhor Cruz. E passear num dia primavera alegre, soalheiro, é bem mais agradável do que fazê-lo num dia choroso e triste.
Mas se a visita era às 15:30h, por que sair à 13:30h?  
Porque é preciso prevenir as dificuldades que a circulação na cidade do Porto, numa sexta-feira, acarreta, dada a avalanche de turistas que a invade atualmente, particularmente ao fim de semana.
A viagem decorreu com normalidade e, chegados ao Porto, o autocarro deixou o grupo junto do teatro S. João. Daí para para a frente foi-se a pé. 
Ao chegar junto à igreja, o grupo deparou-se com uma porta estreita, estilo barroco, ladeada de colunas Coríntias, que não denunciava o tesouro que continha no interior; e um certo desânimo surgiu: "o quê? é isto o grande monumento?" Depois… foi o deslumbre! Aquela pequenina porta escondia um magnífico tesouro. Estavam no interior de um tesouro espetacular de talha dourada e imagens de santos. Não há paredes nuas. O próprio coro alto está repleto de quadros representando imagens sagradas.

A Igreja de Santa Clara fazia parte do convento com o mesmo nome, mandado construir a pedido das Missionárias Franciscana ou Irmãs Clarissas, que viviam num convento do século XIII, na região de Marco de Canaveses, no entroncamento do rio Tâmega com o Douro. Terminadas as obras de construção, em 1475, foram transferidas para o novo edifício, que foi recebendo irmãs de outros conventos mais pequenos que iam ficando desocupados. Com a extinção das ordens religiosas em Portugal e com a morte da última irmã nos finais do século XIX, o conjunto ficou pertença do Estado que, posteriormente, fez algumas obras de adaptação e instalou no mosteiro algumas instituições, nomeadamente o Centro de Saúde. A igreja entrou em restauro em 2016 e terminou em 2021, e está aberta ao culto e a visitas guiadas ao público.
A porta de entrada fica aqui, do lado direito, entre as colunas coríntias 

IAESM, 15/04/24

quinta-feira, 28 de março de 2024

 A COMUNHÃO PASCAL

É tradição do IAESM - Instituto Autodidacta de Estudos Superiores do Minho - terminar a segundo período com a Comunhão Pascal, seguida de um almoço de confraternização. Assim aconteceu  este ano: respeitou-se a tradição.
No dia 22 de março, pelas 11:00h, uma missa celebrada pelo padre André e cantada pelo coro do IAESM, na Igreja Matriz, deu inicio à festa de fim de período. 
Depois, ao meio dia, começou o convívio com um almoço no restaurante "Os Arcos". Quarenta e oito convivas começaram por degustar as deliciosas entradas que este restaurante prima em servir. Seguidamente veio um prato de peixe e outro de carne, à escolha. sobremesa e café.
Primeiro cuidou-se do espírito e, depois, do corpo. Houve confraternização espiritual e presencial, cultivando-se a amizade e a alegria.

ACONTECEU IAESM!

Agora vamos de férias até ao dia 2 de abril.
Boas Férias e... 


quarta-feira, 20 de março de 2024

 Chegou a Primavera!
Veio sorridente e cheia de luz, convidando-nos a aproveitar e a apreciar toda a sua beleza, todas as  dádivas que nos traz e a entregarmo-nos à vida com mais amor.

E o IAESM, correspondendo ao seu convite, já tem marcada a primeira visita de estudo da primavera. Iremos fazer uma visita guiada à igreja de  Santa Clara, no Porto, no dia 12 de abril/24. 

Sairemos de Barcelos, de junto ao templo do Senhor Cruz, pelas 13:30h. Temos a visita marcada para as 15:30h.
IAESM
20/03/2024





quarta-feira, 14 de fevereiro de 2024

PELA ROTA DA SOLIDARIEDADE

Desta vez o Grupo de Cordofones do IAESM, 
no dia 09/02/24, sexta-feira, foi animar a Festa de Carnaval do Lar de Silveiros, no Centro  Social Comendadora Maria Eva Nunes Correia, da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos, em Silveiros.
IAESM, 14/02/24



O GRUPO DE TEATRO DO IAESM, a pedido da confraria de Nossa Senhora da Glória, de S. Veríssimo, no dia 10/02/24, pelas 20:30horas, representou a peça "CASAMENTO POR ENCOMENDA" (uma comédia que tem tido grande sucesso em todos os locais em que já foi representada), no Salão Paroquial de S. Veríssimo, que teve a finalidade de angariar fundos para a "requalificação da residência paroquial", e foi mais uma representação de excelência. Foi mais uma casa cheia que se levantou em aplausos à sua atuação.
Parabéns Grupo de Teatro do IAESM!
Parabéns atores e atrizes, coordenador, ensaiador e todos/as os/as que intervêm neste grupo para que tudo funcione e prestigie o nosso IAESM (Instituto Autodidacta de Estudos Superiores do Minho).

IAESM, 14/02/24

terça-feira, 6 de fevereiro de 2024

 AULA DE SAÚDE - "AS QUEDAS"

Ontem, dia cinco de Fevereiro, a nossa Professora de Saúde, a Dra. Laura, desenvolveu a aula à volta das quedas que, nas nossas idades, acontecem com frequência e são causadoras de muito sofrimento; e, muitas vezes, são causa de morte. 
A maior parte das quedas das pessoas da nossa idade acontecem em casa, quantas vezes por descuido nosso. Precisamos de aprender a preveni-las, tendo em atenção diversos cuidados no ambiente da nossa casa:
Não subir a cadeiras ou bancos instáveis, se precisarmos de subir a um escadote ter em atenção à forma como o colocamos e à sua segurança, ter cuidado com a iluminação dos compartimentos, não ter cabos ou outros objetos que nos possam fazer tropeçar espalhados pelo chão, ter muita atenção aos pisos escorregadios, aos corrimãos, ter apoios nas casas de banho, atenção aos tapetes (os tapetes são também causadores de quedas muito perigosas, ou porque escorregam, ou porque nos fazem tropeçar). E os tapetes que temos ao lado das nossas camas são particularmente perigosos. Tenho presente o caso de uma prima quatro anos mais velha do que eu, que se sentou na beira da cama, o tapete escorregou, ficou sentada com toda a força no chão. Partiu as ancas. Foi para o hospital e veio de lá para o cemitério, depois de muito tempo e de muito sofrimento.
Há também algumas doenças e alguns medicamentos que nos devem levar a ter particulares cuidados: ou porque nos provocam tonturas ou nos turvam a visão, são muitas vezes causadores de quedas. O abuso do álcool, das drogas, calçado e roupas inadequadas…; tudo isto proporciona ocasiões para quedas perigosas aconteçam, causando grande sofrimento a quem as sofre.

A prevenção é o melhor caminho para

 uma vida saudável e feliz.



IAESM, 06/02/24
Imagem da Internet

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2024

 VISITA DE ESTUDO

O IAESM realizou a primeira visita de estudo do segundo período no dia 26/01/24.
Por volta das 14:00 horas um autocarro de 55 lugares saiu de junto do mosteiro do Senhor da Cruz, em direção a Braga, para visitar o museu Nogueira da Silva.
Quem foi Nogueira da Silva?
António Nogueira da Silva foi o fundador da Casa da Sorte em 1933, em Braga. Daí expandiu-a a várias cidades do País e do ultramar (Angola e Moçambique), na altura províncias portuguesas. 
Dirigiu a sua empresa durante muitos anos; mas ainda antes do vinte e cinco de abril doou-a aos seus empregados. 
Nogueira da Silva era originário de uma família bracarense da alta burguesia ligada ao comércio de lanifícios e à finança (o pai era o dono do Banco do Minho). 
Foi um grande filantropo. E, pelo bem que praticou, recebeu várias medalhas e títulos honoríficos de várias instituições.
Em 1975 doou a casa à Universidade que, além do museu aberto ao público (edifício e jardim) aproveita os espaços para eventos culturais; conferências, debates, exposições variadas de arte contemporânea, etc.
Os jardins são de inspiração francesa e o edifício é da autoria do arquiteto Rodrigues Lima. 
Tem tetos muito bonitos com magníficos lustres em cristal.
O seu acervo é variado e riquíssimo: cerâmicas, marfins, esmaltes, tapeçarias, mobiliário, pintura, escultura, vidros, cristais. 
Tem uma grande coleção de cerâmica chinesa da reconhecida “Companhia das Índias”
O céu estava azul e a tarde lindíssima e o IAESM viveu
mais uma bonita tarde de cultura e convívio, que a todos enriqueceu.

                                                                                                                       IAESM, 01/02/24

 PELA ROTA DA SOLIDARIEDADE

O Grupo de Cordofones do IAESM continua a seguir pela rota da solidariedade e a levar a sua música e os seus cantares junto dos lares e das associações que o solicitam, especialmente as as  de solidariedade social. Assim contribuem para fazer as horas mais curtas àqueles/as que pela falta de saúde ou pela idade avançada, já recolheram aos lares para passarem o resto das suas vidas. Mas também a outras. E, assim, no dia 25/01/24, foi atuar para os utentes do Lar Santo André, da Santa Casa de Misericórdia de Barcelos, na sua Festa de Reis.
IAESM, 01/02/24


quarta-feira, 24 de janeiro de 2024

Trabalho do grupo de trabalhos manuais do IAESM para a feirinha de Natal da Liga Portuguesa Contra o Cancro

IAESM - 24/01/24

A FESTA DE NATAL

O IAESM realizou a sua festa de Natal no dia 15 de Dezembro. 
Constou de uma missa cantada pelo coro do IAESM, na Igreja de Santo António, e um almoço-convívio no restaurante Pérola.
Durante o almoço foram homenageados com uma pequena lembrança os/as professores/as e os/as colaboradores/as.


IAESM - 24/01/24