quinta-feira, 5 de junho de 2025

Conselho Local de Ação Social (CLAS) 


“Atividade do Instituto Autodidata de Estudos Superiores do Minho (IAESM)”

Sob o título em epígrafe, o IAESM participou no Conselho Local de Ação Social (CLAS) dedicado à temática do Envelhecimento,  a convite do Senhor Vereador da Ação Social e Saúde do Município de Barcelos, Doutor António Ribeiro. 

A colaboração do nosso Instituto ficou a cargo de Adolfo Batista Miranda, Presidente da  Direção do IAESM, que apresentou um Power Point sobre as diferentes atividades   desenvolvidas no nosso Instituto, promotoras de um envelhecimento ativo e saudável e do grupo de Cordofones/Tuna, que fez o fecho da sessão com quatro bonitas canções do seu reportório  

A sessão decorreu no dia 02 de junho de 2025, com início às 14h30 no Auditório Municipal dos Paços do Concelho de Barcelos.

 

Transcreve-se na integra o contributo do IAESM: 

"Exmº. Senhor Dr. António Ribeiro, Presidente do Conselho Local de Ação Social.

Senhoras e Senhores membros do Conselho Local da Ação Social (CLAS),

Caros colegas:

É com muito gosto que aqui estou hoje para partilhar convosco a experiência do IAESM – Instituto Autodidata de Estudos Superiores do Minho, com sede em Barcelos. Uma instituição que tem vindo a afirmar-se como uma referência no envelhecimento ativo, inclusivo e participativo.
Fundado em 1995, e a celebrar 30 anos de existência a 29 de novembro deste ano, o Instituto nasceu da vontade de um grupo de cidadãos que acreditaram na importância da educação ao longo da vida e na valorização dos saberes e competências da população sénior.
Hoje contamos com 103 associados, que participam ativamente nas várias dimensões da nossa vida associativa.
A nossa missão concretiza-se em três grandes áreas:

1. Aprendizagem informal – com aulas regulares de Francês, Inglês, História, Informática, Pintura e Trabalhos Manuais, além de sessões mensais dedicadas à Saúde, Cidadania, Português, ao programa “Ative a sua Memória” e às nossas Conversas “À Deriva”, que estimulam o pensamento e o debate.

2. Atividades físicas – com sessões semanais de Ginástica e Hidroginástica, fundamentais para o bem-estar e a mobilidade.

3. Cultura e expressão artística – através dos grupos de Cordofones | Tuna, Danças e Cantares e Teatro, que desenvolvem o talento, reforçam os laços entre os participantes e representam o Instituto em diversas comunidades alegrando os utentes dos Lares, bem como os espectadores em salas de coletividades, do nosso concelho, não esquecendo o Teatro Gil Vicente de Barcelos.
A tudo isto somam-se as nossas Visitas de Estudo guiadas, realizadas ao longo do ano letivo, que nos levam a conhecer e viver de perto o património cultural e natural, ampliando o conhecimento e o Convívio.
A nossa abordagem é autodidata e colaborativa: não temos exames nem hierarquias, mas sim partilha, entusiasmo e uma enorme vontade de continuar a aprender e a contribuir.
Publicamos anualmente a revista “O Inovador”, espelho das nossas atividades e da voz ativa dos nossos associados.
Num tempo em que se fala tanto de envelhecimento, o nosso testemunho é claro: envelhecer com dignidade e qualidade é possível quando há oportunidade de participar, de aprender e de sentir-se útil.

O IAESM - Instituto Autodidata de Barcelos, é, acima de tudo, um espaço de vida, onde os anos contam – não como peso, mas como riqueza acumulada ao serviço da comunidade.

Muito obrigado pela vossa atenção."                                         Adolfo Batista                                     


                                                                            
O grupo de Cordofones/Tuna fechou a sessão.

Foi uma tarde bem passada, que nos deu a conhecer o que está a ser feito e o que é necessário fazer para prevenir um envelhecimento saudável até o mais tarde possível, dado o alargamento de  esperança de vida.
IAESM, 05/06/25

segunda-feira, 26 de maio de 2025

VISITA  GUIADA ...
 ... À NOSSA SENHORA DO SAMEIRO

Sexta-feira, dia 16 de maio, um autocarro com 51 associados e associadas do IAESM e algumas amigas, por volta das 14 horas partiu de Barcelos e dirigiu-se à bonita, próspera e antiquíssima capital minhota – a cidade de Braga - para daí, subindo a serra da Falperra, rumar ao cume do monte do Sameiro. Tínhamos marcada uma visita guiada à Basílica do Sameiro (o segundo templo mariano mais importante em Portugal, depois de Fátima) e aos sítios adjacentes. O grupo ia ser dividido em dois, o que tornaria muito mais percetível a informação recebida; mas contratempos com o autocarro atrasou-nos a partida (estava marcada para a13h30). Tivemos de fazer visita todos juntos, a guia falava demasiado baixo e também não tinha muita experiência na profissão; não tivemos muita sorte. Mas, mesmo que nada mais houvesse para apreciar e aprender, a vista deslumbrante que os meus olhos abarcaram foi suficientemente marcante para me sentir grata a Deus e à vida por ter tido a possibilidade de ter participado nesta visita; e compreendi bem a emoção (segundo reza a história) que o padre o Martinho António Pereira da Silva, sentiu quando pela primeira vez subiu ao topo do monte do Sameiro e se deparou com a beleza da paisagem a seus pés. Ficou de tal modo inebriado que imediatamente pensou em construir ali um marco que perpetuasse a veneração a Maria Imaculada; e em 1863 mandou erguer um pedestal onde mais tarde foi colocada a imagem da Imaculada Conceição. Em 1873 iniciou-se a construção de uma capela. Porém, alguns anos depois, concluiu-se já não ser suficiente para albergar o número de fiéis que ali procurava o auxílio da Imaculada Conceição e, em 1890, lança-se a primeira pedra para a construção da Basílica atual, que veio a ser construida ao longo do século 20. Só no ano de 1935 se iniciou a construção da cúpula e em 1979 inaugurou-se a crípta subterrânea que alberga grande número de pessoas e onde se realizam, atualmente, numerosos eventos, desde casamentos a bodas de ouro e de diamante e outros.
Nossa Senhora do Sameiro recebeu das mulheres portuguesas uma coroa em ouro com o peso de 2,5kg, entre as quais se destaca a raínha D. Amélia
O altar da Senhora do Sameiro (altar-mor) é em granito branco e o Sacrário em prata.
A vitrine dedicada ao Santo Padre, S. João Paulo II,
alberga uma rosa em ouro oferecida por ele em 2024, uma gota do seu sangue e...
Visita à sala das memórias
 
Depois da visita à Senhora do Sameiro, viemos pelo Bom Jesus para visitar o Santuário e, do grupo, destacaram-se seis associados e associadas que tiveram a coragem de descer os 573 degraus, desde o adro até á estrada os restantes desceram de autocarro.

O Santuário do Bom Jesus dominando o sumptuoso escadório
(Imagem da Internet sem direitos de autor)

Depois de os apanharmos fomos em busca do sítio para lancharmos que o estômago já pedia reforço: estava ali, não muito longe, o Montalegrense (embora o trânsito, àquela hora caótico, o fizesse parecer mais distante) que nos serviu com simpatia e qualidade.
Por fim foi o regresso a Barcelos de estômago "forrado" e coração quente. 
Por este ano letivo terminaram as visitas de estudo; mas resta ainda o passeio anual, marcado para o dia 27 de junho.   
IAESM, 27/05/25






terça-feira, 15 de abril de 2025

segunda-feira, 7 de abril de 2025

 FESTA DE FIM DE PERÍODO


Dia 05 de Abril, sexta-feira, foi a festa de fim do segundo periodo, no IAESM (Instituto Autodidata de Estudos Superiores do Minho. Constou de uma missa de ação de graças, muito bonita,  às 11:30h na Igreja Matriz, celebrada  pelo senhor padre Manuel da Rocha, D. Prior da paróquia de Santa Maria Maior - Barcelos e cantada pelo coro do IAESM. 
Teve a presença de bastantes associados/as.
Os fotógrafos, desta vez falharam. Esta é a única foto para provar que o almoço aconteceu...

 Houve, depois, às 12:30h, o habitual almoço convívio  no restaurante "Os Arcos" que, como de costume, mimou a quase meia centena de convivas, distribuidos por duas mesas, com as suas deliciosas e abundantes entradas, seguidas de um prato de peixe - pescada à posta em cama de grelos e puré gratinado e um prato de carne - pernil com batata assada e grelos  e arroz (servidos meio/meio).
Não sei como estava a carne. Não a provei. Mas constou-me que estava muito boa. O prato de peixe estava ótimo; o puré, então, estava delicioso. De sobremesa chegou-nos o tradicional creme queimado feito na hora (ainda  morno) e fruta fatiada (laranja e ananás). Tudo muito bom. E, claro, teve também vinho branco e tinto, maduro e verde, água e café. Foi um opíparo almoço. Mas ainda melhor que a ementa do almoço foi o convívio, a alegria partilhada, a amizade entre todos/as. 
Agora estamos de férias até ao dia 21 de abril.
Desejamos uma ótimas férias, cheias de saúde e alegria, e uma Santa Páscoa para todos/as os/as associados/as.

IAESM, 07/04/2025



FESTA DOS ANIVERSARIANTES 

31/04/2025

Não foram muitos os aniversariantes dos meses de fevereiro e março que apareceram para festejarem os seus aniversários, mas apreceram bastantes associados para os festejarem. Fez-se a festa com e para os que estavam. Houve amizade, companheirismo e partilha; houve fado de Coimbra, canção popular, leitura de poesia, poesia declamada e anedotas dialogadas; cantaram-se os parabéns ao rítmo da música de acordeão tocado pelo nosso acordeonista o senhor Joaquim Carvalho, houve partilha de bolo de aniversário e o habitual convívio em volta da mesa recheada de bons petiscos trazidos pelos associados para partilhar.

Foi mais uma bonita tarde de muita amizade e alegria.

IAESM

07/04/2025

sábado, 5 de abril de 2025


VISITA DE ESTUDO - 21/03/2025

MUSEU DO LINHO

O senhor Serafim Ferreira, um guia competente, que fala do linho com alegria e saber

Por volta das 13 horas do dia 21 de março todos os associados do IAESM (Instituto Autodidada de Estudos Superiores do Minho) inscritos, tomaram os seu lugares, previamente distribuidos, no autocarro, as portas são fechadas e, saindo do sítio do costume (junto ao templo do Senhor da Cruz), o autocarro ruma em direção a Recarei, Lousada, onde tínhamos marcada uma visita de estudo guiada ao museu do linho ou, melhor dizendo, ao centro interpretativo do linho orgânico
Fomos aí recebidos pelo senhor Serafim Ferreira, um guia simpático, conhecedor do seu ofício, de verbo fluente e dicção perfeita, embora a sua formação académica seja apenas a 4ª classe. No entanto, ciente da responsabilidade que lhe foi confiada de preservar e transmitir às gerações vindouras (são as escola o seu principal público) a nobreza da fibra que vestiu nobres e plebeus e desempenhou tão importante papel para a humanidade ao longo de gerações e gerações, investigou e preparou-se para que a sua informação seja rigorosa. 


Pensa-se que o homem descobriu a fibra do linho (disse ele) quando, usando a erva espontânea dos prados para se deitar e para descansar a cabeça, terá observado, depois de bem macerada, que entre aquelas ervas havia uma que tinha uma fibra interior mais comprida (a planta do linho pode atingir até um metro ou mais de altura), e mais resistente.
O linho é uma planta herbácea de flor azul claro, miúda, gosta de terrenos férteis e semeia-se em março. Mais ou menos 100 dias após a sementeira, pode colher-se, arrancando-o pela raiz para melhor aproveitamento da fibra. Seguidamente estende-se às mãos cheias a secar durante alguns dias e é ripado num artefacto que dá pelo nome de ripo. Dá-se então a separação da baganha (cápsulas onde está alojada a linhaça - a semente) do caule. Esta é usada na alimentação e no fabrico do óleo de linhaça, também usado na alimentação, na cosmética, na pintura a óleo, etc. Depois de ripado o linho é alagado entre dez a quinze dias para se dar a maceração da parte lenhosa do caule; depois vai secar ao sol e, a seguir, procede-se à maçagem (é batido com um maço para desfazer a parte lenhosa e separá-la da fibra. Dessa operação resulta um aglomerado grosseiro (os tomentos que, fiados, davam um tecido grosseiro para fazer sacos); segue-se a espadelagem com a espadela. Dessa operação resultam dois tipos de fiado: das fibras longas resulta o fio do linho; das fibras curtas o fio da estopa (um tecido mais grosseiro);

                     . Depois é fiado é ensarilhado para fazer as meadas, que, em seguida, são metidas numa barrela de cinza com água a ferver e são postas a corar ao sol tendo o cuidado de regá las com frequência para que não sequem; as meadas depois de lavadas e secas são colocadas nas dobadoiras e transformadas em novelos, que a tecedeira dispõe de determinada forma no tear e a essa operação denomina-se urdir a teia para depois tecer e fazer o tecido que se quer.

 

IAESM
05/04/2025



quarta-feira, 2 de abril de 2025

AS MULHERES DO AFEGANISTÃO 

O QUE JÁ FORAM E O QUE SÃO



Na última sessão de Conversas… “à deriva” foi abordado o tema as mulheres do Afeganistão e o declínio dos seus direitos à dignidade e à liberdade a que são submetidas desde o regresso dos talibãs ao poder. Elas, que frequentavam as universidades e exerciam profissões variadas e de responsabilidade na vida ativa e no desenvolvimente do seu país, foram obrigadas a regressar aos lares sem direito à cultura, à educação, sem identidade nem liberdade de se vestirem de acordo com o seu gosto e têm de se esconder-se atrás de uma burka para sairem à rua, não podem exercer uma profissão fora de casa que contribua para uma vida mais desafogada da família... 
Foi um permanente regredir dos direitos que tinham alcançado. E as restrições e  violações aos direito humanos no que se refere às mulheres são tão gritantes que arrastaram o país para uma crise terrível quer humanitária quer económica: as famílias, deixando de poder contar com dois ordenados, recorrem ao casamento infantil e à venda de órgãos para sobreviver. Mais de 11 milhões os seres humanos morrem de fome no Afeganistão.
“Se a comunidade internacional não agir agora, estará a abandonar as mulheres e meninas do Afeganistão e a minar os direitos humanos em todo o mundo” - diz a Amnistia Internacional.  
A partir do século XIX e ao longo do século XX alguns governantes tentaram melhorar as condições de vida das mulheres do seu país; e alguns conseguiram-no. 
No reinado do rei Amanullah e da rainha Soraya (1919 a 1929) houve várias mudanças positivas no sentido de unificar as diferentes tribos e modernizar o país. A rainha Soraya, foi uma das maiores ativista e muito se bateu pelos direitos das mulheres do seu país, que passaram a poder frequentar a universidade, votar, ter uma profissão fora de casa, vestir à ocidental, etc. Outros períodos aconteceram posteriormente de abertura, modernidade e de reconhecimento da dignidade da mulher como pessoa humana, com direito à educação, à cultura e a profissões variadas: médicas, professoras, polícias, aeromoças, etc., conforme a política do grupo étnico que está à frente dos destinos do país
Os talibãs, todavia, são um grupo impermeável, fechado, educado nas madrassas, que se rege por normas fanáticas e tradicionalistas na interpretaçao do islamismo e não se dão conta ou não querem dar-se conta do abismo para onde arrastam o seu povo. E isto acontece em meados da década de vinte, do século XXI.
E para prevenir o vício, as mulheres, hoje, são proibidas de falar, cantar e rezar em público. 

IAESM
01/04/2025
*Imagens sem direitos de autor da Internet


quarta-feira, 26 de março de 2025


 NA ROTA DA SOLIDARIEDADE


O GRUPO DE DANÇAS E CANTARES
21/03/2025

NA FESTA DA PRIMAVERA DO LAR NOSSA SENHORA DA MISERICÓRDIA



A primavera é a festa da renovação da vida na natureza e promove a alegria no coração das gentes. E foi cantagiante a alegria dos idosos perante a atuação do nosso grupo de Danças e Cantares: "saltaram" para a cena e manifestaram o seu entusiasmo entrando na dança. 

O nosso bem-haja aos nossos grupos que, com a sua generosidade e entrega, fazem as horas e os dias mais leves a tantos idosos que, longe dos seus lares por doença ou velhice, acabam os seus dias entre as quatro paredes de um lar. E ainda bem que os há.
                                                                                                                                        IAESM
31/03/2025

 





VISITA DE ESTUDO À SÉ DE BRAGA
21.02.2025


As viagens de estudo são sempre aguardadas com alguma expetativa, por parte dos associados e da direção do IAESM: para os associados é um dia diferente, de convívio fora de portas, de obter mais algum conhecimento e um motivo para sair de “casa”; para a direção é mais uma dificuldade em controlar os lugares do autocarro, pois a afluência é sempre muita, os lugares são limitados e a desistência de alguns, à última da hora, acontece sempre, por motivos imprevistos, e em que a “idade” é muitas vezes culpada…


O dia 21 de fevereiro amanheceu com muita chuva e tempo impróprio para viajar! Será que “o povo” vai desistir em massa? Talvez o céu tenha um pouco de compaixão e desanuvie pelo menos na hora da partida. Mas, na hora da partida, pelas 13h30m, apesar do cinzento molhado continuar, já estava o autocarro praticamente completo e partimos com destino a Braga para fazermos a visita aos percursos 1 e 2 da visita à Sé Primacial de Braga.
A chuva e o vento não permitiram que o grupo se mantivesse muito unido, mas lá nos juntamos na zona de espera da Sé, vindos uns do Oeste, outros de Sul e outros de Norte!

                                       

Começou a visita pelo “Coro Alto”. Subindo a escadaria que conduziu ao coro e 
ultrapassada a porta de acesso, abriu-se para todos uma vista inesperada, uma contemplação maravilhosa, resultante do trabalho de artistas dedicados e sensíveis. Os cadeirais, os órgãos, as pinturas maravilhosas naquelas abóbodas, fizeram a delícia de nossos olhos.E lá estavam as inscrições, na caixa do órgão, colocadas pelos seus construtores: quis audivit unquam tale? Quis vidit huic simile? (quem ouviu alguma coisa de igual? Quem viu maravilha como esta?)

Pelos claustros, prosseguindo a nossa visita, seguimos para a visita das capelas. Fomos absorvendo toda a história que nos ia sendo ministrada pela guia que nos acompanhava e, como de costume, ia respondendo à curiosidade de muitos dos associados. Ficamos de reter a data de 5 de dezembro, que é o dia de S. Geraldo, e em que o altar da sua capela, bem como todo o espaço, se enche de frutas frescas, trazidas pelo povo de Braga: comemora o milagre que a tradição popular recorda, acontecido numa das visitas paroquiais do Arcebispo
 Geraldo.

Terminada a visita, com a chuva sempre apontando, era a hora do habitual lanche. Mas, face ao tempo, a dispersão era evidente, e resolveu-se tomar o caminho de casa, com uma paradinha em sítio mais conveniente para as últimas conversas em família.

Mais um dia bem aproveitado para os nossos associados e gratificante para o IAESM.

IAESM
26/03/2025
* Imagens da Internet sem direitos de autor








quarta-feira, 5 de março de 2025

 FESTA DE CARNAVAL

A festa de carnaval do nosso instituto tomou este ano formato diferente mas, no meu ponto de vista, não menos importante no bem-fazer social.


Tínhamos, como habitualmente, projetado uma festa de carnaval dentro de portas, com a prata da casa, para o dia 28 de fevereiro, a partir das 15 horas. Dias antes, porém, recebemos um convite da Casa de Saúde S. João de Deus para assistirmos à festa de carnaval dos seus utentes, no mesmo dia e à mesma hora. Seria para eles diferentes serem aplaudidos apenas pela sua comunidade ou terem também alguém de fora a aplaudi-los, diziam-nos. Ponderámos. Foi posta a questão aos associados e foi decidido que corresponderíamos ao convite: iríamos aplaudir a festa de carnaval da comunidade de S. João de Deus, no auditório s. Bento Menni. 
À hora marcada lá estávamos, um grupo do nosso instituto (os que podemos, certamente). E não nos arrependemos. Foi bom; foi muito bom: houve alegria, houve cor, música, movimento, concurso de máscaras… FESTA!

Houve festa! Festa bem planeada, que girou à volta do tema:TERRA.
E houve muito trabalho, muita dedicação dos terapeutas e de todas as pessoas que se dedicam a cuidar daquela população. 
Montar um espetáculo daqueles exigiu muita dedicação, muito trabalho de todos.
 

Parabéns Comunidade S. João de Deus!

IAESM, 06/03/2025