domingo, 9 de junho de 2019

NO TRILHO DA SOLIDARIEDADE

O IAESM continua o seu caminhar incansável pelo trilho da solidariedade. 
Mais uma vez, no dia seis de junho, através do seu Grupo de Danças e Cantares, levou alegria e vivacidade ao Lar D. Leonor e proporcionou aos seus utentes momentos de boa disposição. 
E porque o mês é de santos populares, as marchas impuseram a sua alegria e cor e marcaram o seu ritmo, avivando memórias e trazendo ao olhar de cada um resquícios de emoções, que certamente os terão marcado em tempos idos.

FESTA DOS ANIVERSARIANTES DE ABRIL E MAIO



No dia 30 de Maio, o IAESM esteve mais uma vez em festa.
Festejaram-se os aniversariantes de abril e de maio.
Houve alegria e convívio com poesia, anedotas, fado, pregões e a atuação do grupo dos cordofones.
Os nossos artistas esmeraram-se  na manifestação da sua arte e proporcionaram a todos nós momentos de alegria e cultura.
Como habitualmente a festa terminou em volta da mesa com o cantar dos parabéns, a partilha do bolo de aniversário e dos petiscos que todos levaram, em são e alegre convívio.


sexta-feira, 7 de junho de 2019

CONVERSAS ÀS SEGUNDAS... NAS QUARTAS


TOPONÍMIA DE BARCELOS (Continuação)

Hoje, segunda-feira, 27-05, o nosso sócio/colaborador, António Sousa, na continuação das sessões anteriores dedicadas ao tema, presenteou-nos com mais uma sessão sobre a toponímia barcelense (cidade) da forma bem esquematizada e clara a que já nos habituou.
Começou por nos apresentar a rua Filipa Borges, que deve o nome à mãe de Gil Vicente, dramaturgo (o denominado pai do teatro português) e também poeta, ourives de profissão, nascido em Guimarães (?) (parece não haver consenso quanto ao local do seu nascimento). Mas em relação a sua mãe, a dita senhora Filipa Borges, sabe-se que nasceu em Creixomil, Barcelos (desconhece-se a data); e casou com um ourives de Guimarães. Daí passamos à Avenida S. José. Sai da rotunda da Rua Filipa Borges no seguimento da Av. Nossa Senhora da Franqueira, bordeja a Urbanização S. José pelo lado poente, e segue até à Rotunda do Galo. Levou-nos depois à Praça Camilo Castelo Branco (também conhecida por Campo S. José por existir aí a capela de S. José), que recebeu o nome do grande romancista português do séc. XIX, nascido a 16 de março de 1825, e falecido a 01 de junho de 1890. Daí seguimos pela Rua Miguel Bombarda, também conhecida por Rua das Capelas. Deve o seu nome a Miguel Augusto Bombarda, nascido no Rio de Janeiro a seis de março de 1851, e assassinado no seu gabinete do hospital, em Lisboa, a quatro de outubro de 1910. Foi médico, cientista, professor universitário, político e revolucionário, adepto confesso da república, que não viu implantada, pois foi assassinado no dia anterior à sua implantação, como já se disse. Seguiu-se a Rua Tenente Valadim. O nome advém-lhe de Eduardo António Prieto Valadim, militar, nascido em Lisboa a 13 de junho de 1856. Morreu assassinado em Moçambique durante as campanhas de pacificação de África, na época do ultimato inglês. Daí passámos à Rua da Barreta. Recebe o nome do solar dos finais do séc. XVII, denominado de “Casa da Barreta”, que ainda hoje aí podemos ver pintada a cor-de-rosa. Seguimos para o Campo 5 de Outubro, cujo nome homenageia a implantação da República no dia cinco de outubro de 1910. É também conhecido por Jardim Velho. No passado terá tido usos tão diversos como Feira de Gado, Campo de Corridas de Touros, devido às corridas que aí se faziam aquando das Festas de Corpo de Deus, e outros. Passámos depois à Avenida da Liberdade, inaugurada na segunda metade do século XX com o nome Avenida Oliveira Salazar. Deve o seu nome ao 25 de Abril de 1974. Seguiu-se o Largo da Porta Nova, que, como já vimos em conversa anterior, foi embelezado pelo Arquiteto Marquês da Silva. Antigamente era denominado Torre do Cimo da Vila, devido à torre que ainda hoje aí podemos visitar. Percorremos a seguir a Rua Bom Jesus da Cruz, anteriormente denominada Rua da Palha. Seguiu-se o Jardim das Barrocas, assim denominado, segundo consta, pela sua terra barrenta. Foi também denominado Passeio dos Assentos. De seguida passámos à Praceta Escultor Esteves, que recebeu o nome de António Carlos da Silva Vila-Chã Esteves, professor e escultor, nascido em Barcelos a 21 de agosto de 1909. Faleceu a 22de outubro de 1968. A seguir levou-nos à Praceta Sá Carneiro, advogado, político, nascido no Porto a 19 de julho de 1934, faleceu em Camarate, Lisboa, num desastre de avião, a 04 de Dezembro de 1980. Foi o fundador do Partido Popular Democrático/Partido Social Democrata, e Primeiro-Ministro de Portugal, durante alguns meses, no ano de 1980. Seguimos depois para a Rua Dr. José António Machado, que recebe o nome de um eminente médico, figura de grande relevo na comunidade barcelense, o Dr. José António Peixoto Pereira Machado.
 E a conversa terminou na Travessa Simplício Sousa, nome que recebeu de Simplício da Conceição Landolf de Sousa, comerciante e grande divulgador da cultura popular barcelense, nascido em Barcelos no dia 01 de março de 1911, onde faleceu a 18 de maio de 1966.
António Sousa prometeu continuar a desenvolver este tema em próximas conversas

sábado, 1 de junho de 2019

NOVA ATIVIDADE NO IAESM


Na segunda-feira, dia 27 de maio, pelas  16:00 horas, teve início uma nova atividade no IAESM. Ou talvez seja melhor dizer: deu-se início a UM NOVO ESPAÇO DE REFLEXÃO,  da responsabilidade da Drª Margarete Matos, Psicóloga,  que nos ofereceu parte do seu tempo e do seu saber, associando-se á nossa Instituição (Segundo os nossos Estatutos, todos os professores e colaboradores, assim como todos os elementos dos órgão sociais, terão de ser associados  e a sua colaboração é gratuita.), e todas as semanas, durante uma hora, virá trabalhar connosco sob o tema que apelidou  de “BRINCAR COM A INTELIGÊNCIA EMOCIONAL”. E, até ao final deste período, manter-se-á  o horário das 16:00 horas, nas  segundas-feiras.
A partir de setembro  ajustar-se-á um novo horário.