segunda-feira, 2 de novembro de 2026


 

PASSEIO NANUAL ANO LETIVO 2025/26

Estava marcado para o dia sete de julho, mas as temperaturas elevadas que se fizeram sentir nessa época, assustaram-nos. Resolvemos adiá-lo para setembro. Aconteceu na sexta-feira, dia 25 de setembro. O autocarro saiu do sítio do costume (Senhor da Cruz), às oito horas e meia em direção aos Arcos de Valdevez e, mais ou menos uma hora depois, estacionávamos nos Arcos, no parque dos autocarros.

Começámos a sair e a organizar- nos para dar cumprimento à primeira alínea do programa do dia: uma caminhada livre, de mais ou menos uma hora, pela zona ribeirinha, muito bonita, da vila, que levou uns para os passadiços do Vez, e que gostaram muito; outros dirigiram-se mais para centro e visitaram o relógio de água (ex-libris dos Arcos) e a igreja da Senhora da Lapa;


Outros caminharam por lá… mas à hora combinada todos estavam prontos a tomar o autocarro para nos dirigirmos ao Paço Giela, um monumento que celebra o torneio dos Arcos de Valdevez entre cavaleiros de D. Afonso Henriques e de seu primo, D. Afonso VI de Castela; ou seja, um acontecimento ligado à independência de Portugal. Tínhamos aí uma visita guiada, marcada para as 11 horas.
O grupo, constituído por 40 associados/as, era grande para que as explicações da guia pudessem chegar do mesmo modo a todos. Embora haja uma aparelhagem eletrónica no primeiro piso, que conta a história do edifício, peca por não projetar a informação numa das paredes do compartimento, para que mais pessoas possam ter acesso a ela ao mesmo tempo.

O Paço Giela fica numa colina, numa clareira verde, bem cuidada, entre a floresta. Até há poucos anos era um edifício particular “A 23 de junho de 1999, o Município de Arcos de Valdevez adquiriu o Paço de Giela”, fez obras e, atualmente, é um monumento nacional e celebra um acontecimento de 1141, referente à independência de Portugal. Todos os anos, no verão, faz aí a recriação do mesmo. E, por ano, recebe muitas visitas de grupos de alunos dos diferentes graus de ensino, de várias escolas. 



Tem também, na cave do edifício, um museu arqueológico, bastante interessante, dos achados arqueológicos da região, desde a época pré-histórica até à moderna.

No fim desta visita, entrámos no autocarro e seguimos para Ponte da Barca, para o restaurante Gomes, onde temos o almoço marcado. E, parece, que todos nos sentimos bem tratados, numa sala airosa, voltada para o rio Lima, e comida bem confecionada.

Saímos do restaurante e, logo ali, ao lado, no posto de turismo, onde tínhamos marcada uma visita guiada para nos falar do património de Ponte da Barca, e da viagem de Fernão de Magalhães que, se não nasceu em Ponte da Barca, onde os pais tinham uma quinta, terá nascido no Porto (na opinião da guia). Viemos depois para Viana do Castelo e subimos ao monte de Santa Luzia para vermos o panorama e vist